13 de Janeiro de 2011

Cavaco Silva em Valpaços

Em Valpaços, a igreja entrou na campanha. O candidato apoiado pela direita foi recebido esta manhã na Praça do Município pelo presidente da câmara, Francisco Tavares, mas foi ao pároco da terra a quem Cavaco Silva pediu, em primeiro lugar, ajuda no combate à abstenção nas eleições Presidenciais de dia 23 de Janeiro. "A última vez que aqui estive fui à missa com o pároco que encontrei aqui e ainda me lembro do sermão", disse Cavaco Silva do cimo das escadas do edifício dos Paços do Concelho perante os populares que o olhavam de baixo. "Espero que ele apele ao exercício do vosso sentido cívico", disse, antes de agradecer de braços no ar o apoio da população. Só depois de desejar o apoio da igreja, Cavaco Silva dirigiu-se ao presidente da câmara, apelando à ajuda do autarca para a mobilização para o voto.

Ao almoço, em Chaves, como já tinha acontecido ontem, Cavaco Silva foi anunciado como o "Presidente de todos os portugueses", apesar de ali estar, antes de mais, como candidato. A diferença é, aliás, sublinhada, por Cavaco Silva: "Levaram demasiado tempo a perceber que ele - Presidente da República - tinha razão", disse, referindo-se aos avisos feitos sobre a situação do país.

Em terra laranja, o candidato confessou que foi em Chaves que ganhou "a convicção de que iria ganhar e à primeira volta apesar do número de candidatos" nas eleições presidenciais de há cinco anos. "Era considerada uma impossibilidade, existindo tantos candidatos, pesos pesados na área politica", disse, não revelando porém se teve o mesmo sentimento na passagem de hoje pela cidade.

Hoje, o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, junta-se à caravana, marcando presença ao jantar na sua terra de origem – Vila Real.


Fonte: "Jornal i"

6 de Janeiro de 2011

Rebentamento de caldeira provoca quatro feridos

O rebentamento de uma caldeira a lenha usada para aquecer água, em Vilarandelo, Valpaços, provocou hoje, segunda-feira, dois feridos graves e dois ligeiros, revelou a GNR de Chaves.

Segundo a mesma fonte, os quatro feridos, todos membros da mesma família e de 47, 35, 28 e três anos, são residentes em Braga e estavam a passar férias em Vilarandelo.

"Ao que tudo indica, no momento da explosão, as vítimas estariam na cozinha onde se encontrava a caldeira e, provavelmente, terão sido projectadas com a explosão", referiu a fonte.

No local do incidente estiveram a GNR de Chaves, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e os Bombeiros Voluntários de Valpaços.

Os quatro feridos foram transportados para o Hospital de Chaves.
A GNR de Chaves e Polícia Judiciária (PJ) de Vila Real estão a averiguar as causas que deram origem ao rebentamento da caldeira.

Fonte: JN

21 de Dezembro de 2010

Salários e subsídio ainda por pagar no hospital

Preocupados com a indefinição em que continua a viver o Hospital de Valpaços, uma comissão de trabalhadores reuniu, ontem, com o presidente da Câmara. O autarca prometeu continuar a fazer o possível para que a unidade não encerre.

Ao que o JN conseguiu apurar, administrativos e pessoal de enfermagem terão em atraso os subsídios de Natal e os médicos que asseguram a urgência, o mês de Novembro. No entanto, os pagamentos em atraso não serão a principal preocupação dos trabalhadores do Hospital de Valpaços que, ontem à tarde, foram bater à porta da Câmara.

Dada a indefinição que continua a pairar sobre a sobrevivência da unidade, devido à guerra aberta entre a empresa que gere o hospital, a Lusipaços, e a Misericórdia valpacense, proprietária e a entidade que mantém com o Governo o acordo que permite que, mesmo sendo privado, o hospital funcione como se fosse público, temem pela manutenção dos postos de trabalho.

"Vieram, sobretudo, dar-me conhecimento da situação e pedir para que seja quem for a entidade patronal que vier a tomar conta do hospital mantenham as condições de trabalho", explicou, o presidente da Câmara de Valpaços, Francisco Tavares.

Segundo a administração Hospital de Valpaços, os problemas financeiros devem-se ao facto de a Misericórdia ter deixado de transferir a verba referente às comparticipações dos doentes do Sistema Nacional de Saúde, a principal fonte de receita da unidade. Pelas contas da Lusipaços, em Outubro, o valor ascendia a um milhão de euros. Ao que foi possível apurar, a Misericórdia, que tem escusado falar do assunto à imprensa, quererá assumir a gestão da unidade.

A Lusipaços já terá aceite a rescisão. No entanto, o que estará agora em causa são as condições da rescisão. De acordo com um dos gerentes da empresa, Gaspar Borges, a empresa só rescindirá caso a Misericórdia se comprometa a pagar o valor de todo o equipamento médico comprado pela empresa, a pagar os lucros cessantes, uma vez que o contrato só terminava em 2014, bem como a garantir a situação dos trabalhadores. A Misericórdia não estará de acordo.

Fonte: JN

23 de Novembro de 2010

Disparou contra estudante que atravessou a passadeira devagar

A Polícia Judiciária anunciou hoje, segunda-feira, a detenção de um homem de 42 anos suspeito de tentar matar, com uma arma de e fogo e em plena via pública de Valpaços, um estudante de 20 anos.

A detenção foi efetuada pela Unidade Local de Investigação Criminal de Vila Real depois de o presumível autor do crime se ter colocado em fuga, tendo sido apreendida uma pistola semiautomática de calibre 7,65 em situação ilegal, um cartucho deflagrado e munições.

Segundo refere a PJ em comunicado, os factos ocorreram quando a vítima, acompanhada de dois colegas, atravessava uma passadeira em Valpaços e o arguido saiu do automóvel que conduzia protestando contra a alegada lentidão da marcha dos peões.

A troca de palavras terá dado origem a uma luta corpo a corpo, após a qual o suspeito terá voltado à viatura para se munir de uma arma de fogo, com a qual efectuou um disparo que atingiu o estudante pelas costas, de forma superficial, causando-lhe ferimentos que obrigaram a tratamento hospitalar.

Depois de ouvido em interrogatório judicial, o detido, um técnico de reparações domésticas, ficou obrigado a prestar caução de 1500 euros e de se apresentar semanalmente às autoridades.

Fonte: JN